Depois de um final de semana que eu classificaria como 50% bom e 50% ruim, estou de volta ao blog, e na contagem regressiva para o feriadinho na próxima sexta-feira.
Preciso fazer uns desabafos.
Estou um pouco brava, pois meu noivo me avisou ontem às 21h da noite, que iria ficar direto na cidade em que está trabalhando até quarta-feira. Ele tinha falado que daria para ir e voltar todos os dias, afinal, são apenas 60km de distância, e muitas vezes ele volta de distâncias ainda maiores. E de repente, me vem com uma historinha de que está com trabalho acumulado e por isso precisaria ficar direto. Me irritou ele ter mudado de ideia, mas tentei ser o mais compreensiva possível, e com toda a calma que Deus me deu, arrumei a mala dele, e hoje pela manhã me despedi sem reclamar.
Estou um pouco brava, pois meu noivo me avisou ontem às 21h da noite, que iria ficar direto na cidade em que está trabalhando até quarta-feira. Ele tinha falado que daria para ir e voltar todos os dias, afinal, são apenas 60km de distância, e muitas vezes ele volta de distâncias ainda maiores. E de repente, me vem com uma historinha de que está com trabalho acumulado e por isso precisaria ficar direto. Me irritou ele ter mudado de ideia, mas tentei ser o mais compreensiva possível, e com toda a calma que Deus me deu, arrumei a mala dele, e hoje pela manhã me despedi sem reclamar.
Na verdade ele estava tão chato durante o final de semana que acho até que não será ruim passarmos esses dois dias separados. Exemplo disso é que ele já me ligou agora a pouco todo simpático. O problema, como sempre, é a possibilidade de a mãe dele se aproveitar que não estou perto e ficar horas enchendo a cabeça dele de lamentações ao telefone. Só me resta torcer para que isso não aconteça.
Neste último sábado meu noivo precisou trabalhar, e passou o dia todo no escritório. Eu aproveitei para sair com a minha tia-avó e minha mãe. Fomos almoçar fora e após seguimos para o shopping na cidade vizinha. Algum tempo depois, meu noivo, que estava voltando da capital, me ligou para saber onde eu estava. Quando lhe contei que estava no shopping com as duas, ele disse que iria fazer um desvio para se encontrar conosco por lá. Decisão esta que ele tomou por livre e espontânea vontade, eu não o convidei, ele se convidou, e eu fiz questão de não convidá-lo para ter munição para poder me defender quando eventualmente (espero que demore muito!) ele quiser levar a mãe e o irmão pivete no shopping e eu fizer cara feia.
Por volta de 20h da noite chegamos em casa, meu noivo estava muito cansado, afinal, havia levantado às 6h da manhã. Achei compreensível que estivesse esgotado, mas isso não lhe dava o direito de ser um estúpido comigo. O tal do Wii-U videogame novo dele, tinha acabado de chegar, e enquanto desmontava o antigo e montava o novo na sala do nosso apartamento, meu noivo não parou de reclamar um minuto. Aquilo me irritou bastante, pois eu não tinha culpa se a película estava enchendo de bolhas de ar ou se o cabo Hdmi não estava encaixando no negócio. Mas aparentemente era tudo culpa minha.
Ele não parava resmungar e de me acusar de coisas que estavam fora da minha alçada. Mas eu estava decidida a não brigar com ele, queria terminar meu sábado de maneira positiva. Achei melhor me retirar e fui para o quarto. Ele me seguiu para continuar resmungando, mas desistiu e voltou para o videogame.
Ele não parava resmungar e de me acusar de coisas que estavam fora da minha alçada. Mas eu estava decidida a não brigar com ele, queria terminar meu sábado de maneira positiva. Achei melhor me retirar e fui para o quarto. Ele me seguiu para continuar resmungando, mas desistiu e voltou para o videogame.
Naquela noite fomos dormir meio brigados, trocamos poucas palavras. No entanto, eu ainda estava disposta a dar um desconto e pensar que o mau humor era decorrente da canseira de sábado.
No domingo as coisas não estavam muito diferentes, ele amanheceu um saco. Continuei não dando trela para a cara de limão azedo que ele estava.
Na hora do almoço ele me perguntou se eu queria sair para almoçar, e eu não estava animada, pois o jeito que ele estava agindo broxou qualquer vontade que eu pudesse ter. Decidimos encomendar o almoço em um restaurante aqui da cidade, e fomos buscar a comida por volta de 13h da tarde.
Durante o almoço meu noivo estava estranhamente calado, por mais que puxasse assunto, ele se limitava a respostas monossilábicas. Quando questionei se ele estava com algum problema, me disse apenas que era excesso de trabalho e coisas para resolver durante a semana. Tentei acalmá-lo e animá-lo ao lembrar que esta semana será mais curta em virtude do feriado do dia 15, mas nada parecia adiantar.
Até que em determinado momento, ele falou o que eu já desconfiava:
- Vou confessar. Uma das coisas que tem me preocupado é a minha mãe, não sei o que ela vai fazer da vida no futuro quando se aposentar.
Touché!
Ele apenas colocou para fora aquilo que eu já imaginava. Tinha que ser o nhénhénhé da mãe outra vez!!
E o pior que a mãe dele nem tem falado muito com ele, fucei as ligações do celular em todos os dias da semana passada que ele não estava aqui, e encontrei apenas duas ligações da mãe, e ambas de um ou dois minutos de duração, não era tempo o suficiente para causar tanto estrago.
No entanto, ele continuava cabisbaixo e preocupado. Quando se trata da mãe dele eu piso em ovos, quando se trata do irmão pirralho insuportável eu não meço palavras, falo as coisas que penso sem medo, mas quando o assunto é a mãe, tenho que tomar cuidado. Por isso tentei animá-lo dizendo que as coisas iriam se resolver e que não adiantava sofrer por antecedência (conselho este que eu também deveria seguir).
Depois do almoço ele foi dormir. Deixei que dormisse durante a tarde toda.
Aproveitei para assistir algumas séries e algum filme. Quando ele acordou estava melhor. Digamos que não tinha voltado ao normal, mas pelo menos da grosseria parecia estar curado...
Na hora do almoço ele me perguntou se eu queria sair para almoçar, e eu não estava animada, pois o jeito que ele estava agindo broxou qualquer vontade que eu pudesse ter. Decidimos encomendar o almoço em um restaurante aqui da cidade, e fomos buscar a comida por volta de 13h da tarde.
Durante o almoço meu noivo estava estranhamente calado, por mais que puxasse assunto, ele se limitava a respostas monossilábicas. Quando questionei se ele estava com algum problema, me disse apenas que era excesso de trabalho e coisas para resolver durante a semana. Tentei acalmá-lo e animá-lo ao lembrar que esta semana será mais curta em virtude do feriado do dia 15, mas nada parecia adiantar.
Até que em determinado momento, ele falou o que eu já desconfiava:
- Vou confessar. Uma das coisas que tem me preocupado é a minha mãe, não sei o que ela vai fazer da vida no futuro quando se aposentar.
Touché!
Ele apenas colocou para fora aquilo que eu já imaginava. Tinha que ser o nhénhénhé da mãe outra vez!!
E o pior que a mãe dele nem tem falado muito com ele, fucei as ligações do celular em todos os dias da semana passada que ele não estava aqui, e encontrei apenas duas ligações da mãe, e ambas de um ou dois minutos de duração, não era tempo o suficiente para causar tanto estrago.
No entanto, ele continuava cabisbaixo e preocupado. Quando se trata da mãe dele eu piso em ovos, quando se trata do irmão pirralho insuportável eu não meço palavras, falo as coisas que penso sem medo, mas quando o assunto é a mãe, tenho que tomar cuidado. Por isso tentei animá-lo dizendo que as coisas iriam se resolver e que não adiantava sofrer por antecedência (conselho este que eu também deveria seguir).
Depois do almoço ele foi dormir. Deixei que dormisse durante a tarde toda.
Aproveitei para assistir algumas séries e algum filme. Quando ele acordou estava melhor. Digamos que não tinha voltado ao normal, mas pelo menos da grosseria parecia estar curado...
Ficamos conversando um pouco, dando risadas, e o clima amenizou.
À noite o mau humor tomou conta de novo, mas nessas alturas eu estava cansada de me importar.
Então, decidi acreditar no que ele disse, sobre estar preocupado com as coisas do trabalho. Resolvi que por mais irritada que eu estivesse de vê-lo sendo um chato no final de semana, não iria deixar que isso me tirasse do prumo. E acho que fui parcialmente bem sucedida neste aspecto.
Quando acordamos hoje cedo, por volta de 5:30h da manhã, achei que a coisa estaria pior, mas para minha surpresa não estava tanto, o mau humor parecia ter melhorado um pouco.
Ele me deixou na porta da casa da minha mãe as 6:30h, e partiu rumo ao trabalho. Espero que esses dois dias que passaremos longe um do outro, sirvam para que ele repense se vale a pena estragar a própria vida por conta das loucuras da mãe.
Tem horas que esse humor tão instável dele me cansa.
Na maioria do tempo ele é um doce, um amor, somos companheiros que apreciam muito a presença um do outro, porém, quando esse lado dele vem à tona, sinto vontade de abandonar o barco.
A única coisa que eu espero é que quando ele voltar para casa esteja melhor, e que possamos passar um feriado prolongado repleto de paz e sossego (isso quer dizer, sem minha sogra para resmungar e meu cunhado para atazanar a vida). Deus que me ajude!!!!!
No mais, não tenho muitas novidades. Apenas tocando a vida e tentando sair desse "limbo" em que me encontro no atual momento em relação aos meus medos e expectativas.
Qualquer coisa eu volto.
beijos
À noite o mau humor tomou conta de novo, mas nessas alturas eu estava cansada de me importar.
Então, decidi acreditar no que ele disse, sobre estar preocupado com as coisas do trabalho. Resolvi que por mais irritada que eu estivesse de vê-lo sendo um chato no final de semana, não iria deixar que isso me tirasse do prumo. E acho que fui parcialmente bem sucedida neste aspecto.
Quando acordamos hoje cedo, por volta de 5:30h da manhã, achei que a coisa estaria pior, mas para minha surpresa não estava tanto, o mau humor parecia ter melhorado um pouco.
Ele me deixou na porta da casa da minha mãe as 6:30h, e partiu rumo ao trabalho. Espero que esses dois dias que passaremos longe um do outro, sirvam para que ele repense se vale a pena estragar a própria vida por conta das loucuras da mãe.
Tem horas que esse humor tão instável dele me cansa.
Na maioria do tempo ele é um doce, um amor, somos companheiros que apreciam muito a presença um do outro, porém, quando esse lado dele vem à tona, sinto vontade de abandonar o barco.
A única coisa que eu espero é que quando ele voltar para casa esteja melhor, e que possamos passar um feriado prolongado repleto de paz e sossego (isso quer dizer, sem minha sogra para resmungar e meu cunhado para atazanar a vida). Deus que me ajude!!!!!
No mais, não tenho muitas novidades. Apenas tocando a vida e tentando sair desse "limbo" em que me encontro no atual momento em relação aos meus medos e expectativas.
Qualquer coisa eu volto.
beijos

Um comentário:
Nossa, Clara, é uma eterna roda gigante esta relação do seu noivo com a família, de bem ´pra ruim, sempre voltando a estaca zero. É normal que ele se preocupe com ela, mas deixar afetar o humor e a relação dele não está certo. Pra mim que vejo de fora é mais fácil, é claro, se ele fosse meu irmã/amigo com certeza chegaria na boa e falaria isso, pois é tão claro. Mas quando se está na sua pele, de noiva, tem que ter "dedos" pra lidar com o assunto.
Ainda assim penso que vc é mto paciente. Vc deveria dar uma de louca qualquer dia desse em que ele começar com a ladainha da mãe e ainda por cima descontar em vc. Ir pra casa da sua mãe de mala e cuia, ficar lá bem uns 5 dias e deixar que ele se vire no apto (levar a dog com vc claro, filho deve ficar com a mãe). Aposto que depois disso ele iria rever as "prioridades".
Tá, sei que essa sou apenas eu sendo uma amiga evil, adoro dar estes conselhos tortos pras minhas amigas e ficar na torcida que alguma delas faça kkk. Quando é pra eu fazer quase sempre dou pra trás, rsrs
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